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Page history last edited by PBworks 4 years, 10 months ago

               Projeto: Conhecendo o Mundo das Crianças

 

Componentes:

Caroline

Teresinha

Vanelise

 

Questionamentos:

 

* Como equilibrar afetividade e autoridade em sala de aula?

* Por que as crianças estão desmotivadas de estudar e de ir à escola?

* Quais os métodos usados pela fonoaudiologia e a psicologia para tratar crianças?

 

Certezas sobre o assunto:

 

* Falta incentivo para os professores;

* Falta sala para realizar atividades;

* Falta a participação dos pais dos alunos na educação dos filhos;

* Falta motivação dos alunos quando vão para escola e, muitas vezes, do próprio professor.

 

Dúvidas sobre o assunto:

 

* Como equílibrar autoridade e afetividade?

* Como motivar as crianças a estudarem e irem a escola?

* Quais os métodos da psicologia para tratar crianças?

* Quais os métodos da fonoaudiologia para tratar crianças?

* Como preparar nossas crianças para a socialização?

* Como resolver conflitos em sala de aula?

* Como educar nossos alunos para a vida?

 

 

 

Primeira versão do mapa conceitual

 

 

 

 

 

 

 

                     A importância da psicologia no processo educativo das Crianças

 

                        Uma contribuição muito importante é a oportunidade dos pais  ou  responsáveis de nossas crianças terem suporte teórico, no sentido de refletirem sobre sua conduta, responsabilidade e cuidado com seus filhos.

          O papel do psicólogo na instituição é fundamental, uma vez que para a criança obter sucesso no processo de alfabetização é

necessário mais que o apoio escolar, também a ajuda psicológica. O papel do psicólogo na instituição é um trabalho

diferente do consultório, pois na instituição ele irá trabalhar não somente a criança, mas também a equipe que interage com a criança.

 O atendimento de crianças é feito através do brincar, pois é através da brincadeira que ela irá explorar o seu ambiente,

 ou seja, aprender a lidar com as suas angústias, ansiedades e, assim, relacionar-se com o outro.  A hora lúdica e o desenho são formas bem expressivas deste trabalho. Mas esse processo começa em casa, por isso cabe ao psicólogo fazer intervenções junto aos pais ou responsáveis, porque muitas vezes a criança é vítima desses ou da situação que o envolve. Ainda é cedo para fazer uma avaliação,  mas devemos pensar no futuro, em ter um trabalho que propicie o crescimento de todas as crianças.

 

 

 

 

 

                        A difícil arte de equilibrar afeto e limites

 

A nossa relação com o educando - seja filho ou aluno - não pode ser tíbia, leniente, permissiva, mas, sim, intensa e pró-ativa, mormente na imposição de disciplina, respeito às normas e à hierarquia. Até porque quem bem ama impõe privações e limites. E sem disciplina não há aprendizagem nem na escola nem para a vida.

Nós, pais, vivemos hoje alguns dilemas angustiantes: 1) oferecemos ao nosso filho um caminho por demais florido, plano e pavimentado, mas temos certeza de que mais tarde ele terá de percorrer trilhas e escarpas pedregosas; 2) protegemos nossas crianças e adolescentes das pequenas frustrações, mas bem sabemos que a vida, mais tarde, fatalmente vai se encarregar das grandes.

Para esses paradoxos, não há um "manual de instruções". Mas, se houvesse, duas palavras comporiam o título deste manual: afeto e limites. São pratos distintos de uma balança, e têm de prevalecer o equilíbrio, a medida e o bom senso.

Num crescendo, a criança e o adolescente devem adquirir o direito de fazer escolhas, aprendendo a se auto-administrar. "Sem liberdade, o ser humano não se educa. Sem autoridade, não se educa para a liberdade" - pondera o educador suíço Jean Piaget (1896-1980). Autoridade e liberdade exercidas com equilíbrio são manifestações de afeto, segurança e proteção para a vida adulta. "Autoridade é fundamental, a superproteção e a permissividade impedem que os jovens amadureçam" - completa a professora da UFRJ Tânia Zagury.

Aos filhos, devemos dar-lhes "raízes e asas" (valores e liberdade). E nós, pais, educamos pouco pelos cromossomos e muito pelo como-somos (exemplos). Sai sempre ganhando quem sabe amar, dialogar, conviver com erros e também quem sabe ser firme e coerente em suas atitudes. 

 

 

                             Contornar conflitos em sala de aula

Resolver conflitos é considerada uma capacidade social essencial para o alcance da paz e para poder levar uma vida útil, caracterizada por relações sólidas e sinceras. É um tema básico que deveria fazer parte de todo currículo educacional, no mesmo nível que as matemáticas ou as linguagens.

Em um mundo de diversidade cultural e ideológica, o conflito se mostra cada vez mais freqüente.

Na atualidade a diversidade é uma das principais fontes de conflito violento, situação que se agrava cada vez mais devido à falta de conhecimento e compreensão de alternativas para enfrentar a violência, assim como a uma capacidade limitada para viver com a diversidade.

A prática da tolerância pode ser bastante facilitada mediante o conhecimento de alternativas para enfrentar o conflito, desenvolvendo a capacidade para solucioná-lo de maneira não violenta, construtiva e justa.

A escola como um todo deve colocar objetivos pedagógicos para enfrentar o conflito. Para tal, os professores podem por em prática algumas destas estratégias, que não são receitas, não são únicas e não esgotam de modo algum as possibilidades de cada unidade escolar:

      1.  Observar os alunos e investigar as causas mais freqüentes dos conflitos na instituição a fim de conhecer, por exemplo: 

                  ·O porquê das rivalidades entre os grupos

·A causa da dificuldade que têm alguns alunos para relacionar-se.

·As razões pelas quais alguns estudantes são ameaçados ou discriminados, com uma agressividade gratuita.

 2.      Incrementar diálogos entre os alunos e os professores. Para isto:

·Criar situações problemas para provocar discussões com todo o grupo a fim de identificar o porquê destas situações de violência e de falta de tolerância que não lhes permite viver em paz em seu ambiente escolar.

·Trabalhar muito com a expressão corporal o que possibilitará uma tomada de consciência da agressividade sem deixá-la aparecer.

·Organizar listas de possíveis jogos para que todos possam compartilhá-los no tempo livre.

·Apresentar filmes, histórias de violência, relatos verídicos de incidentes que aparecem na TV ou nos jornais e, em seguida, realizar reflexões sobre em que situações se pode ganhar e em quais somente se perde.

   Finalmente, deveríamos ter como meta a necessidade de educar as futuras gerações no manejo de conflitos, que é um dos grandes desafios da educação deste milênio.

 

 

 

 

Comments (2)

Anonymous said

at 6:19 pm on Apr 19, 2007

Olá meninas, estão seguindo os passos do encaminhamento do projeto. Espero agora as próximas postagens de vocês sobre o desenvolvimento do mesmo. Um abraço!!!

Anonymous said

at 6:20 pm on Apr 19, 2007

Oi, voltei para avisar que salvei o mapa conceitual de vocês e o coloquei na página. Um abraço!!!

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